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Romário defende Bolsonaro: ‘país estava uma m**da do c***lho’

Ídolo da Seleção, o senador pelo Rio de Janeiro declarou predileção pelo presidente, e disse que votaria nele se a eleição fosse hoje
Lucas Rodrigues – Portal AM1*
• Publicado em 12 de outubro de 2021 – 09:37
Romário
Fotos: Jefferson Rudy/Agência Senado e Isac Nóbrega/PR

RIO DE JANEIRO, RJ – O senador e ex-jogador de futebol Romário Faria (PL-RJ) declarou apoio público ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e disse que antes dele, “o país estava uma m*”. Romário deu a declaração em entrevista ao canal Cara a Tapa, do jornalista Rica Perrone.

Segundo o senador, o país hoje está melhor do que nas gestões do PT. Romário ainda disse que prefere o atual presidente ao ex-presidente Lula (PT), pré-candidato em 2022.

“Antes de Bolsonaro, nosso país estava uma m**da do c***lho”, disse o senador.

O Baixinho, entretanto, disse que Bolsonaro teve condutas erradas durante a pandemia. Ainda assim, saiu em defesa do presidente, lembrando do período em que os dois foram companheiros na Câmara dos Deputados, entre 2011 e 2014. Bolsonaro foi deputado federal até 2018, e Romário foi eleito ao Senado em 2014.

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“Eu faço parte de um partido que hoje é Bolsonaro. Se você me perguntar o que eu acho disso, acho que o Bolsonaro é um presidente que tem feito coisas positivas para o país. Erra em alguns momentos, principalmente nesses últimos dois anos, com a pandemia. Deixou de ter algumas ações. Na minha opinião falou algumas coisas que poderia não ter falado…”

Questionado se Bolsonaro “se embananou”, Romário respondeu que sim, e que o presidente tomou decisões que não poderia ter tomado. Mesmo assim, ele saiu em defesa do presidente.

“O Bolsonaro é um cara sério, isso eu posso afirmar. Um cara que tem coragem, que não tem medo de se posicionar. Isso ele trouxe para a Presidência do Brasil.”.

O senador ainda afirmou que não tem medo de “pegar porrada” de todos os lados. Ele afirmou que, após a declaração, seria crucificado por todos os lados, e salientou que o país vive um momento “chato”.

“Infelizmente, falar de política hoje no Brasil está chato. Um exemplo é essa entrevista. A esquerda vai me crucificar, a direita vai me dar porrada. Posso fazer o quê? F***-se, tenho que falar”, completou.

(*) Com informações da Folha de S.Paulo.

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