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6 de março de 2021
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Secretário de Saúde nega pressão de Pazuello para uso da cloroquina em Manaus

O secretário Marcellus Campêlo garante que não viu pressão de equipes do Ministério da Saúde para que a cloroquina fosse receitada em Manaus

Secretário de Saúde nega pressão de Pazuello para uso da cloroquina em Manaus
Foto: Márcio Silva / Portal Amazonas1

A suposta pressão que o Ministério da Saúde, por meio do ministro Eduardo Pazuello, estaria fazendo para que médicos de Manaus receitem a cloroquina para tratamento precoce contra a covid-19 foi refutada pelo secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo. Em entrevista concedida para a CNN Brasil, na terça-feira (12), o secretário garantiu que não viu qualquer pressão de técnicos do ministério cobrando a prescrição do medicamento.

“O ministro Eduardo Pazuello está com a equipe em Manaus, a equipe dele continua em Manaus, nos apoiando fortemente. O governo federal é parceiro do Governo do Amazonas, independentemente das questões políticas. Nós trabalhamos na área técnica e temos recebido muito apoio do governo federal, com equipamentos, com medicamentos e com equipes da área de saúde. A Força Nacional está presente há duas semanas com a equipe de consultores do Sírio-Libanês”, iniciou Campêlo.

O secretário continuou e explicou o posicionamento do ministro sobre a prescrição da medicação.

“Nós estamos percebendo, nas reuniões que temos com a equipe de Saúde, que não há pressão alguma em relação à utilização de protocolos de tratamento precoce. Na verdade, o ministro Pazuello foi muito claro em suas palavras de que o médico é o detentor e autoridade para a prescrição, mas que a medicação vai estar disponível na rede de saúde”, disse o secretário de Saúde do Amazonas.

Marcellus enfatizou que é responsabilidade dos municípios o atendimento precoce contra a covid-19 e que o Estado auxilia para garantir os medicamentos. O secretário ainda esclareceu que, em Manaus, a nova gestão do prefeito David Almeida (Avante) encontrou a rede municipal de Saúde desabastecida de medicamentos para o tratamento preventivo contra a doença causada pelo novo coronavírus.

“Cabe aos municípios a distribuição de medicamentos para tratamento precoce nas fases A e B da doença. A nós (Estado) cabe ajudar na distribuição e nós estamos fazendo isso. Inclusive, com a Prefeitura de Manaus, com a nova gestão que encontrou um desabastecimento na questão de medicamentos necessários para tratamento precoce”, esclareceu.

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