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‘Sonha comigo todo dia’, diz Mandetta sobre Bolsonaro

O ex-ministro ainda responsabilizou o presidente pelas quase 600 mil mortes por covid-19 no Brasil, e destacou que falta de aviso não foi
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 27 de setembro de 2021 – 15:00
Foto: Reprodução

BRASÍLIA, DF – Em entrevista nesta segunda-feira (27), o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, não poupou críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ainda ironizou o fato do presidente ainda fazer comentários sobre a administração enquanto ainda estava à frente da pasta.

“Ele não me esquece, parece que sonha comigo todo dia falando a verdade para ele. Fui eu que levei para ele que o protocolo picareta que ele tava querendo colocar aquilo ia ter uma sequência por cidades. Eu levei para ele todo o impacto daquilo que ele estava fazendo”, explicou.

Segundo Mandetta, Bolsonaro optou por administrar a pandemia da maneira em que vem fazendo desde o início. O ex-ministro ainda responsabilizou o presidente pelas quase 600 mil mortes por covid-19 no Brasil, e destacou que falta de aviso não foi.

Leia mais: Ciro Nogueira revela que Bolsonaro está perto de se filiar ao PP

“Ele optou por esse caminho das trevas, está pagando um preço enorme, vai fazer 600 mil óbitos essa semana e esses fantasmas provavelmente habitam o seu sono todas as noites. Ele não me esquece porque eu fui provavelmente o único no seu entorno que teve a coragem de falar a verdade”, comentou.

Mandetta ainda afirmou que Bolsonaro “joga contra” e que torcia para que as teorias criadas por ele mesmo estivessem corretas, como a falta de eficácia da vacina. “Ele jogou contra quando torceu pelos efeitos colaterais da vacina. Ele comemorou efeito colateral da vacina”, revelou.

O ex-ministro ainda criticou o comportamento do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o qual foi filmado na última semana mostrando o dedo do meio para manifestantes. “Aquilo ali, em um país normal, qualquer ministro ou teria que pedir desculpas publicamente ou teria que ser convidado a se retirar, porque não tem equilíbrio emocional para o cargo”, pontuou.

(*) Com informações do Uol

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