Ela defende que as escolas ensinem o uso crítico das tecnologias, considerando objetivos, riscos e oportunidades.
A conquista destaca a educação pública de Manaus e projeta iniciativas amazônicas no cenário internacional da inovação educacional.
Débora Garofalo considera que o prêmio mostra a força da educação brasileira e sua potência de inovar com poucos recursos.