Uma das propostas prevê transição gradual em dez anos; outra estabelece quatro dias de trabalho por semana.
Na avaliação de Guilherme Boulos,“empurrar [a votação] com a barriga” é a estratégia dos bolsonaristas, que são contra o fim da escala.
Medida busca ampliar tempo de descanso e lazer, com base no aumento da produtividade.
Paulo Azi propôs a realização do debate.
Para coordenador nacional da Codemat Raymundo Ribeiro, a luta pela redução da escala de trabalho de nada adiantará se a pejotização prevalecer.
Prioridade é a redução de jornada, diz Luiz Marinho.
Declaração do presidente do Republicanos, Marcos Pereira, gera críticas por sugerir que trabalhadores de baixa renda não saberiam lidar com o próprio tempo livre.
Apoiadores ressaltam que a medida deve ser sem redução de salário.
Paulo Paim avalia que o ano eleitoral e o apoio das autoridades favorecem a aprovação das mudanças trabalhistas.