Membros da OEA percorrerão locais de votação e terão reuniões com autoridades brasileiras durante o primeiro e segundo turnos da eleição.
Segundo o diplomata Benoni Belli, agressões militares conduzem a um mundo em que a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
Tentativas de deslegitimar eleições de 2022 e práticas autoritárias ainda presentes no país preocupam organismos internacionais.