Segundo a SES-AM, as remoções foram realizadas de forma segura e coordenada, seguindo os protocolos do Complexo Regulador Estadual.
A medida visa à melhoria contínua do atendimento, reduzindo riscos e promovendo um cuidado mais seguro e eficiente.
O espaço servirá como ponto de apoio técnico e emocional para os 53 amazonenses já diagnosticados com a Epidermólise Bolhosa (EB).
Nesta fase, 140 pacientes serão atendidos, totalizando 430 procedimentos nas três edições realizadas no município.
As três mortes ocorreram em novembro e dezembro de 2025 no Hospital Anchieta, em Taguatinga, e só foram divulgadas nesta segunda, 19.
Esta é uma doença causada pela obstrução de uma artéria, que interrompe o oxigênio às células cerebrais e leva à sua morte.
Denúncias de demora de semanas em atendimentos e falhas no serviço geram críticas à prestadora de serviços.
Segundo relatos, os problemas se repetem desde o ano passado: pacientes mencionam filas longas, falta de ventilação e insuficiência de profissionais na unidade.
Dois casos em São Pedro da Aldeia, um em Cabo Frio e um em Niterói foram excluídos; outros dois seguem sob investigação no estado.