Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Pacientes denunciam longa espera para fisioterapia pelo Hapvida em Manaus

Denúncias de demora de semanas em atendimentos e falhas no serviço geram críticas à prestadora de serviços.

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(Foto: Arquivo pessoal Lambert William Melo)

Manaus (AM) – Uma nova denúncia sobre o atendimento do plano de saúde Hapvida foi registrada neste sábado (13), em Manaus. Lambert William Melo, coordenador jurídico da AspromSindical, afirmou que pacientes enfrentam dificuldades para marcar consultas de fisioterapia na cidade.

Segundo Lambert Melo, o único local que oferece o serviço pelo Hapvida, localizado na avenida Tefé, no bairro Cachoeirinha, só possui vagas para o dia 5 de janeiro de 2026, 23 dias após a tentativa de agendamento. Ele destacou que a agenda é única para todos os convênios, independentemente da operadora contratante.

De acordo com Lambert Melo, ele possui dois convênios com a operadora: um pela Secretaria de Educação do Estado (Seduc-AM) e outro pela Secretaria Municipal de Educação (Semed/Manaus).

Ao questionar se a disponibilidade de vagas variava de acordo com o convênio, recebeu a resposta de que a agenda é única e não depende da empresa conveniada.

“Então, eu, que pago ao Hapvida duas vezes, tenho de esperar 23 dias com o dedo polegar inchado para ser avaliado e iniciar a fisioterapia”, relatou.

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O caso se soma a outro incidente envolvendo a mesma rede hospitalar, registrado pelo Portal AM1 na quinta-feira (11). Uma mãe relatou que seu filho aguardava atendimento desde as 20h do dia anterior, apresentando febre alta, mas não havia recebido diagnóstico preciso até a manhã seguinte.

Ela afirmou ter enfrentado demora na triagem e dificuldades com parte da equipe médica.

Além disso, a família relatou que houve troca de QR Code de exames, com o laudo da criança entregue a outra família, o que gerou dúvidas sobre a precisão dos resultados recebidos. Confira a matéria completa no link.

O Portal AM1 entrou em contato com o Hapvida para solicitar esclarecimentos sobre o ocorrido, questionando se as informações procedem, se há registro interno do caso e qual explicação poderia ser fornecida à família e ao público. Até o momento, não houve retorno aos pedidos de esclarecimento.

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