(Foto: Deiverson Santa Cruz/Assessoria Amauri Gomes)
Manaus (AM) – A Câmara Municipal de Manaus segue sem convocar o suplente para a vaga deixada por Professora Jacqueline na Casa Legislativa, e o ex-vereador Amauri Gomes (União Brasil) continua sem exercer cargo eletivo na capital amazonense.
Entre idas e vindas e a dança de cadeiras causada pela saída da deputada estadual Joana Darc para a Secretaria de Proteção Animal (Sepet), Professora Jacqueline assumiu vaga na Aleam. Com isso, foi convocado o primeiro suplente, ex-vereador Caio André (União Brasil), titular da Secretaria de Economia e Cultura (SEC) na CMM. Ele assumiu o mandato e, na sequência, licenciou-se, abrindo espaço para que Amauri Gomes ocupasse a cadeira da CMM, ainda que por um mês.
A configuração com Amauri Gomes na CMM durou pouco menos de um mês. Conforme atualização do Diário Oficial da Câmara Municipal de Manaus, em 22 de outubro de 2025, o ex-vereador foi empossado por meio do termo especial de compromisso e posse do vereador Amauri Gomes dos Santos, do União Brasil, na vaga aberta com a licença de Caio André.
Pouco menos de um mês depois, em 19 de novembro, Joana Darc anunciou seu retorno à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o que resultou no retorno de Professora Jacqueline à CMM.
Nesse cenário, Amauri Gomes ficou novamente sem mandato. Ele afirmou ter sido comunicado do retorno das parlamentares pela imprensa, já que não havia recebido informação oficial da Casa, e declarou que sairia “de cabeça erguida”.
À imprensa, Joana Darc e Professora Jacqueline afirmaram que o retorno de ambas ocorreu apenas para cuidar das emendas parlamentares, o que já foi concluído.
No dia 24 de novembro, Professora Jacqueline foi empossada novamente na Aleam como deputada, em razão do retorno de Joana Darc à Sepet. Porém, a alteração na Câmara Municipal de Manaus ainda não foi realizada, e a Casa Legislativa segue atuando com 39 vereadores, em vez dos 41 eleitos em 2024.
A Casa está sem o vereador Rosinaldo Bual (Agir), preso preventivamente em operação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), e sem um vereador para ocupar a vaga deixada por Professora Jacqueline (União Brasil).
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