(Foto: Reprodução/TV Câmara)
Manaus (AM) – A Câmara Municipal de Manaus (CMM) virou palco de fortes críticas nesta semana, após dois cidadãos expressarem publicamente insatisfação e indignação com a atuação dos vereadores. As declarações, feitas em dias diferentes, escancararam a percepção negativa de parte da população sobre o trabalho dos parlamentares.
Na última segunda-feira (11), o representante dos vendedores ambulantes do Centro, Antônio Carlos Melo, usou a tribuna para condenar a ação da Prefeitura de Manaus contra trabalhadores informais, realizada na quinta-feira (7). Segundo ele, a operação foi marcada por truculência e falta de diálogo, enquanto os vereadores, que deveriam defender a população, teriam se mantido em silêncio diante do problema.
“Esperávamos que os vereadores intercedessem por nós, mas o que vimos foi omissão”, afirmou Melo, reforçando que centenas de famílias dependem do comércio informal para sobreviver.
Para ele, “em todas as esferas da sociedade existe maçã podre”, inclusive na própria Câmara Municipal. Assista a um trecho do pronunciamento:
O tom crítico aumentou no dia seguinte, quando o viúvo de uma biomédica grávida, morta em um acidente de trânsito na avenida Djalma Batista, foi à Câmara cobrar respostas e responsabilização. Visivelmente abalado, João Vitor chegou a chamar os vereadores de “ratos”, acusando-os de não agirem para melhorar a segurança viária e de só se mobilizarem quando há interesse político envolvido. Assista a um trecho do pronunciamento:
As falas repercutiram no plenário e nas redes sociais, gerando críticas à atuação da Câmara Municipal de Manaus. Os dois episódios ocorreram em sequência e chamaram atenção pela dureza das palavras dirigidas aos vereadores.
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