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MANAUS, AM – A realidade durante o período chuvoso dos moradores da comunidade União da Vitória, no bairro Tarumã-Açu, na zona Oeste de Manaus, é diferente do restante da cidade. Enquanto algumas famílias se protegem da chuva dentro de casa, os moradores dessa comunidade precisam conviver com as águas do igarapé do bairro invadindo ruas e alagando casas, sem receber ajuda da Prefeitura de Manaus.
Em denúncia enviada ao Portal Amazonas 1, um morador do local, que preferiu não se identificar, informou que as famílias e o próprio líder comunitário já acionou a Prefeitura de Manaus, no entanto, nada foi solucionado.
Ainda de acordo com ele, o problema já é antigo, mas quem deveria representar a comunidade, não faz nada para buscar melhoria para os moradores. O alagamento afeta principalmente entre as ruas 25 a 30, do bairro.
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Nas imagens enviadas pelo próprio morador, é possível ver uma enorme quantidade de água no que era para ser a rua do bairro. O igarapé fica logo atrás da casa dele, mas com as chuvas, acaba se expandindo e tomando conta das ruas e entrando nas casas dos moradores.
Ainda nas imagens, duas crianças mergulham na água do igarapé tentando chegar às suas residências. Segundo ele, as crianças são alunas da Escola Municipal Antônia Medeiros da Silva e estavam voltando da escola – o que já é bem comum, nesse período de chuvas, elas terem que enfrentar o volume de água para chegar às suas casas.
O morador ainda mostrou a casa completamente alagada, tendo contato direto com a água do igarapé. Vale ressaltar que as famílias correm o risco de contrair doenças por meio do contato direto com a água suja do igarapé.
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O Portal AM1 procurou a Secretaria Municipal de Infraestrutura para questionar o problema apontado pelos moradores. A secretaria informou que técnicos já estiveram no local realizando um levantamento da situação e as equipes da Seminf já estão atuando na área.
Além disso, a equipe de reportagem também entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação para saber se a pasta sabia da realidade enfrentada pelas crianças do bairro e aguarda retorno das informações





