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Wajngarten afirma que governo ignorou a proposta da Pfizer por dois meses

A carta teria sido enviada ao presidente Jair Bolsonaro, ao seu gabinete, ao ministro Paulo Guedes (Economia) e ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello
• Publicado em 12 de maio de 2021 – 11:49
Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

BRASÍLIA, DF – Em depoimento à CPI da Covid, o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten afirmou que uma carta enviada pela empresa Pfizer permaneceu dois meses sem resposta do governo federal. Wajngarten afirmou que a carta foi enviada no dia 12 de setembro de 2020.

O ex-secretário afirmou que não houve resposta até 9 de novembro do mesmo ano. A equipe responsável enviou a carta ao presidente Jair Bolsonaro, ao seu gabinete, ao ministro Paulo Guedes (Economia) e ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Leia mais: Pfizer recua, e CEO irá presencialmente à CPI da Pandemia

Wajngarten, então, respondeu a carta em novembro e disse ter recebido no mesmo dia um telefonema do então presidente da Pfizer, Carlos Murillo. O ex-secretário afirmou que entrou nas discussões a respeito da aquisição de vacinas, a pedido do dono de um veículo de comunicação.

No entanto, posteriormente, Wajngarten afirmou que nunca participou das discussões.

Wajngarten afirmou que a proposta inicial da empresa abordava inicialmente “irrisórias” 500 mil doses de vacinas.

(*) Com informações da Folhapress

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