Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

Zé Ricardo nega fraude em cota de gênero e acusa rival de manobra eleitoral

Segundo o vereador, ação é movida por candidato derrotado do PP e já foi rebatida com documentos que comprovam regularidade da Federação PT-PCdoB-PV

Popularidade de Lula despenca e Zé Ricardo cobra mais diálogo

Zé Ricardo foi eleito vereador em 2024 (Foto: Frame/ AM1)

Manaus (AM) – O vereador Zé Ricardo (PT) saiu em defesa da Federação Brasil da Esperança (composta por PT, PCdoB e PV) ao comentar a investigação do Ministério Público Eleitoral sobre uma suposta fraude nas cotas de gênero nas eleições de 2020. Segundo ele, as acusações não passam de uma manobra política de um candidato derrotado nas urnas.

“Ao menos no que diz respeito à Federação, já foram levados todos os esclarecimentos à Justiça e ao Ministério Público, e ficou comprovado que não houve nenhuma fraude”, afirmou o parlamentar, em entrevista ao Portal AM1, nesta segunda-feira (16), na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Ele destacou que os três partidos que compõem a federação cumpriram, individualmente, a cota mínima exigida por lei para candidaturas femininas, superando inclusive o percentual necessário.

A denúncia, segundo o vereador, foi apresentada por um ex-candidato a vereador do Partido Progressista (PP) que tenta, por meio da Justiça, obter uma vaga no Legislativo.

“É uma tentativa de reverter um resultado nas urnas com base em uma narrativa falsa. Já está demonstrado documentalmente que a Federação está regular”, completou.

O vereador afirmou desconhecer a situação dos demais partidos investigados, mas reiterou que, no caso da Federação Brasil da Esperança, não há qualquer pendência ou irregularidade.

A apuração sobre supostas candidaturas laranjas femininas tem sido alvo de atenção da Justiça Eleitoral em todo o país, com impacto direto na composição de câmaras municipais e assembleias.

No caso da Federação, no entanto, o parlamentar garante: “não houve fraude, houve disputa democrática — e derrota de quem agora tenta manipular o jogo pelo tapetão”.

(*) Colaborou: Emília Picanço (repórter do Portal AM1)

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