O Amazonas registrou alta de 10% nas vendas de gás de cozinha (GLP 13 Kg) no ano até o dia 14 de abril, comparado com o mesmo período de 2019, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o órgão, o crescimento da demanda se deve ao aumento da procura devido ao isolamento social durante a pandemia.
Além do Amazonas, também tiveram expansão na ordem de 10%, os estados do Rio de Janeiro, Sergipe, Paraná e Distrito Federal. Já Mato Grosso do Sul e Pernambuco cresceram 20% nas vendas.
Por outro lado, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas atingiram alta de 30% na comercialização de gás de cozinha. Os 11 estados tiveram as maiores alta.
Para estabilizar o mercado, a Petrobras anunciou a importação do produto, depois de ter que reduzir a produção de gasolina em suas refinarias devido à queda do consumo. Os dois combustíveis – GLP e gasolina – são produzidos juntos na unidade de craqueamento catalítico das refinarias da estatal.
A agência informou ainda, que o Paraná é o estado brasileiro mais atrasado na entrega de gás de cozinha (GLP 13 Kg) pela Petrobras. O volume entregue no ano até o dia 14 de abril ficou entre 30% e 40% menor do que em igual período de 2019, mostra agência em um mapa que passará a ser divulgado periodicamente para informar sobre o abastecimento do produto.
São Paulo registra atraso de apenas 10% no volume entregue pela estatal, enquanto o Rio de Janeiro não tem apresentado atraso, disse a ANP.
(*) Com informações do Estadão Conteúdo





