Manaus, 6 de julho de 2026
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Manaus, 6 de julho de 2026

Cenário

Rodrigo Guedes questiona prioridades da prefeitura sobre chuva

Para o parlamentar, a prefeitura só tem utilizado paliativos e nenhuma prevenção em relação aos efeitos das chuvas torrenciais em Manaus

Guedes questiona prioridades da prefeitura sobre chuva: 'há mapeamento de alagação?'

Temporal forte em Manaus deixou diversos estragos. Foto: Reprodução

MANAUS, AM – O vereador Rodrigo Guedes (PSC) questionou a Prefeitura de Manaus sobre as reais prioridades no período do inverno amazônico. O parlamentar fez o questionamento em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (27), em meio à forte chuva que caiu sobre a capital, afetando quase 400 mil pessoas em toda a cidade.

Segundo o parlamentar, a cidade precisa de um plano de emergência de calamidades públicas, uma vez que, a cada ano, a situação de chuvas, alagações e a cheia do rio Negro se repetem, às vezes de forma pior que nos anos anteriores.

“Todo ano temos chuvas torrenciais, alagações e desmoronamentos, e só agem com medidas paliativas e nenhuma prevenção. Há, por exemplo, mapeamento dos pontos de alagação? Há plano de pronta-resposta? Já licitaram madeiras?”, questionou Guedes.

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Caos

Reportagem do Amazonas1 publicada no último domingo (26) mostrou que a cota do rio Negro, por exemplo, já passou dos 23 metros, o que pode indicar uma cheia ainda mais severa em 2022. Em 2021, por exemplo, a cota do rio chegou a 30,02 metros, interditando todas as áreas da cidade que ficam próximas a igarapés e ao rio Negro.

Além disso, as áreas mais periféricas da cidade também são as que mais sofrem com as chuvas, que fazem os igarapés da cidade transbordarem. Somente nesta segunda-feira, a Defesa Civil registrou 34 ocorrências causadas pela chuva, entre alagamentos, destelhamentos de casas, e até o afundamento de um barco, atracado no Porto da Manaus Moderna, no Centro.

Enquanto isso, o Orçamento da Prefeitura de Manaus ficará no valor de R$ 7,1 bilhões para o ano de 2022. O valor, aprovado pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) no final do ano legislativo, ainda não tem qualquer destinação para o combate aos efeitos da cheia e outras calamidades que normalmente se abatem sobre a capital a cada ano.

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