Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cidades

Amazonas não registra reações adversas graves em crianças vacinadas contra covid, diz FVS

Mesmo com a vacina já disponível para o público infantil, alguns pais sentem receio de vacinarem os filhos por temerem as reações do imunizante

Fotos Altemar Alcantara / Semcom

Manaus, AM – Com mais de 6 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 aplicadas, não há registros de eventos adversos graves ocasionados pelo imunizante aplicado em crianças de 5 a 11 anos, segundo o Governo do Amazonas. A informação são do monitoramento, divulgado nesta quinta-feira (10), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP).

De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o monitoramento é feito pela fundação por meio do Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais (Crie), que funciona nas dependências da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). Ela destaca que o Amazonas não registrou, desde o início da vacinação, eventos adversos graves em decorrência da vacinação contra Covid-19.

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“A Secretaria de Estado de Saúde, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, vem informar e tranquilizar a todos, principalmente ao pais de crianças da faixa etária de 5 a 11 anos, que não temos notificados eventos adversos graves relacionados à vacinação de prevenção à Covid-19”, enfatizou Tatyana Amorim.

Com a volta às aulas, a diretora-presidente da FVS-RCP reforça a importância de vacinar o público infantil. “Agora, com o retorno às aulas, é mais importante ainda que nossos filhos estejam vacinados, nossas crianças de 5 a 11 anos estejam vacinadas. Sendo assim, pais, mães e responsáveis, acreditem na vacina, e vamos vacinar, porque a vacina é um ato de amor”, disse.

Orientações

A infectologista pediátrica Solange Dourado, coordenadora do Crie, orienta os pais e responsáveis com relação aos cuidados que podem ser adotados antes e após a aplicação de doses em crianças de 5 a 11 anos.

“Para trazer as crianças para a vacinação, a única orientação é que a criança não esteja com quadro agudo, ou seja, não esteja doente recentemente com quadro de febre, gripe. Evitar trazer a criança se ela estiver com quadro assim. A gente espera melhorar um pouquinho, e quando a criança estiver bem, pode vacinar. Essa é a única orientação”, informou a coordenadora do Crie.

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Além disso, cuidados também podem ser adotados por pais e responsáveis após a aplicação do imunizante. “Após a vacinação, caso a criança apresente alguma reação, febre ou mal-estar, ela pode ser medicada com o remédio habitual em casa. Mas, se a mãe achar que a criança está um pouco mais comprometida do que ela esperaria, lógico que pode procurar uma unidade básica, auxílio médico para que receba as orientações”, concluiu.

Doses aplicadas

Dados parciais do Programa Nacional de Imunização apontam que 6.115.194 doses foram aplicadas em todo o estado até a quarta-feira (09/02), sendo 2.917.855 de primeira dose, 2.377.230 de segunda dose, 54.982 com dose única, 764.664 de 1ª dose de reforço e 463 de 2ª dose de reforço. A informação está disponível no site da FVS-RCP.

(*) Com informações da assessoria