Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Bancada federal do Amazonas se reúne para tratar da redução do IPI

Parte da bancada federal do amazonas se reúne neste sábado, na casa do senador Omar Aziz, em Manaus, para discutir sobre a redução do IPI

Bancada federal do Amazonas se reúne para tratar da redução do IPI

Foto: Arquivo / Agência Senado

MANAUS, AM – Parte da bancada federal do Amazonas se reúne neste sábado (26), na casa do senador Omar Aziz (PSD), para discutir sobre a redução de 25% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), medida que afeta gravemente as empresas do Polo Industrial de Manaus.

A informação foi confirmada pelo senador Plínio Valério (PSDB) ao Portal Amazonas1. Segundo ele, a reunião acontece agora pela manhã. O parlamentar já havia divulgado em suas redes sociais, na noite de ontem, que a bancada iria se reunir para discutir possíveis soluções para o problema.

Publicado em edição extraordinária nessa sexta-feira (25), o decreto do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) prejudica diretamente as empresas da Zona Franca de Manaus, uma vez que tira o incentiva fiscal, que é uma das maiores vantagens do modelo.

Leia mais: Wilson Lima vai reunir com Paulo Guedes após decreto de redução do IPI em 25%

A maioria dos políticos do Amazonas se mostra preocupada com a medida, já que ela representa uma “rasteira” do governo federal e pode fazer com que as empresas deixem o Polo Industrial de Manaus (PIM). Com isso, o desemprego pode aumentar de forma drástica.

Além disso, o governador Wilson Lima informou, ontem, que deverá se reunir com Paulo Guedes para barrar este decreto. “Entendo a necessidade que o Brasil tem de promover uma reforma tributária profunda; porém, como governador do Amazonas, me causa grande preocupação a redução linear de 25% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que alcança os produtos fabricados na Zona Franca de Manaus”, disse.

Wilson Lima informou que além dele, o prefeito David Almeida, e representantes das indústrias e de segmentos econômicos também irão a Brasília para tratar do assunto, na tentativa de reverter o decreto publicado na noite dessa sexta-feira no Diário Oficial da União.