Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

Oposição a Lula, Alberto Neto e Plínio comemoram a revogação do monitoramento do Pix

A maioria da bancada federal amazonense se calou sobre o assunto até a publicação da matéria nesta quinta-feira (16).

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(Fotos: Reprodução/Redes sociais/PSDB-AM)

Manaus (AM) – Momentos após o governo federal voltar atrás e revogar o monitoramento de transações bancárias via PIX, ao final da tarde desta quarta-feira (15), alguns membros da bancada federal do Amazonas se pronunciaram sobre a decisão nas redes sociais.

O primeiro comentário foi do deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), que demonstrou entusiasmo com a notícia. Em um vídeo publicado nos stories do Instagram, ele declarou que “a vitória é do povo brasileiro” por fazer pressão popular. Em seguida, criticou a gestão do presidente Lula (PT).

“Hoje é dia de boa notícia: vitória da oposição, aliás, vitória do povo brasileiro. Graças à pressão da oposição e da população nas redes sociais, o desgoverno Lula voltou atrás na fiscalização do Pix e de transações acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Faz uma reflexão: se eles recuaram, é porque a medida não era boa”, afirmou o parlamentar.

 

Na rede X, o senador Plínio Valério (PSDB) também comemorou a revogação e classificou a decisão do governo federal como “um ato de sensatez”.

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(Foto: Reprodução/redes sociais – @pliniovalerio)

Não se manifestaram

Os deputados federais Sidney Leite (PSD), Fausto Santos Jr (UB), Pauderney Avelino (UB), Silas Câmara (Republicanos), Amom Mandel (Cidadania), Adail Filho (Republicanos) e Átila Lins (PSD) não se posicionaram ou evitaram falar sobre o assunto nas redes sociais até esta quinta-feira (16).

Sidney publicou um vídeo após realizar exercício físico por volta das 7h; Adail Filho publicou no Instagram um vídeo sobre merenda amazônica após o governo federal anunciar a decisão, mas nada sobre a revogação do monitoramento do Pix. Os demais não publicaram nada a respeito do assunto.

A revogação

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, ao anunciar a revogação, explicou que a decisão ocorreu diante da distorção de informação feita por criminosos. De acordo com ele, a Receita vai investigar e responsabilizar as pessoas, junto à AGU e a Polícia Federal, que disseminaram fake news e fizeram o uso do nome e do símbolo do órgão para dar golpe.

Diante da disseminação da fake news, pequenos empreendedores e comerciantes já não estavam mais utilizando o serviço por acreditarem que, a partir do monitoramento, a transação via Pix seria taxada.

 

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