(Foto: Celso Maia/Portal AM1)
Manaus (AM) – O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) prometeu realizar uma manifestação, na manhã dessa quarta-feira (15), às 9h, na Praça da Polícia, localizada no Centro da cidade.
A data escolhida para o protesto é o Dia dos Professores, visando exigir seus direitos como servidores e melhorias na educação do estado.
Em uma publicação nas redes sociais, o sindicato menciona a data em que a manifestação será realizada, classificando-a como “mais um dia de luta” para exigirem seus direitos no âmbito da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc-AM).
“Nós, os Professores e Pedagogos convidamos a sociedade para marcar essa data com a exigência de nossos direitos, que, por exemplo, no âmbito da Seduc AM, estão sendo ignorados, pois o governo de Wilson Lima não cumpriu a lei da Data-base de 2025, além de dever valores de reajuste inflacionário dos últimos anos”, diz um trecho da legenda.
Na legenda da publicação, os servidores da educação destacaram os desafios enfrentados para arquivar o Projeto de Lei da Reforma da Previdência, texto que está em fase de discussão na Câmara Municipal de Manaus (CMM).
‘Também todos sabem da luta que temos travado na Prefeitura de Manaus para arquivar o PL da Maldade na aposentadoria, e que gestores e coordenadores de DDZ estão fazendo ameaças e intimidações aos servidores por participarem do movimento”, menciona.
Em tom de convite e nota de repúdio, a categoria, por meio da publicação do Asprom Sindical, criticou o que considera ‘assédio moral’ sofrido por parte dos profissionais. Confira a publicação:
https://www.instagram.com/p/DPdnwewjrqm/?utm_source=ig_web_copy_link
Ao Portal AM1, a coordenadora administrativa da Asprom Sindical, professora Helma Sampaio, ressaltou que o objetivo é “denunciar o descaso feito pelo governo do estado”.
“Faremos Ato Público na Praça da Polícia, onde vamos denunciar o descaso do Governo Wilson Lima que não concedeu reajuste salarial aos professores neste ano, e ainda deve 13% de resquícios de datas-base, entre outras demandas da profissão como “assédio moral” que professores sofrem nas escolas, condições de trabalho precarizadas, PL que prejudica a aposentadoria, entre outras situações da profissão dos professores”, disse ao AM1.
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