Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Vereador Coronel Rosses volta a chamar Ludmilla de ‘vulgar, fútil e criminosa’

A declaração de Rosses foi uma resposta à polêmica sobre o uso do termo “aliciar crianças” e incluiu críticas às letras de Ludmilla, que, segundo ele, “tendem ao homossexualismo”.

(Foto: Emerson Lamego/Assessoria)

Manaus (AM) – O vereador Coronel Rosses (PL), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), esclareceu o termo “aliciamento” em um portal de notícias local, após a polêmica envolvendo o nome da cantora Ludmilla. O parlamentar destacou que usou o termo para se referir às letras das músicas da cantora que, segundo ele, são palavras “chulas e de baixo calão, que tendenciam ao homossexualismo”, e alegou que o posicionamento da cantora foi de uma maneira “muito vulgar, fútil e criminosa”.

Na declaração dada na terça-feira (14), o vereador destacou uma lei que torna “crime contratar qualquer tipo de show que faça apologia à violência e à sexualidade”, referindo-se à chamada Lei Anti-Oruam.

“Aquele show público foi pago com o dinheiro público. Tem uma lei aprovada esse ano na CMM, por unanimidade, que é crime contratar qualquer tipo de show que faça apologia a violência e a sexualidade. Naquele momento, percebemos que, no ‘Sou Manaus’, inclusive vou colocar na minha rede social que tinha a entrada de várias crianças e famílias e no momento do show da Ludmilla ela faz uso de palavras de baixo calão, e chulas que tendenciam ao homossexualismo”, disse.

Rosses explicou que o termo usado se refere ao posicionamento da cantora, que, para o parlamentar, é “vulgar, fútil e criminosa”.

“Eu coloquei o termo aliciar justamente pelo posicionamento dela de uma maneira muito vulgar, fútil e principalmente criminosa dentro do ponto de vista que nós já temos uma legislação. Me admira muito que a gestão municipal prover a cidade de Manaus com aquele tipo de banalidade para as crianças e jovens que ali estavam e para os menores que queriam realmente se divertir e não ter aquelas enxurradas de baixo calão e chulas que levam e direcionam a apologia a sexualidade”, destacou.

Ao ser questionado sobre se ele acredita ser responsabilidade dos pais decidir se os filhos podem assistir, pois o show não é para crianças, ele destacou:

“Na verdade, eles nem poderiam estar ali pelo horário, mas se tivesse acompanhado dos pais era outra situação, então não é responsabilidade ou não dos pais, a questão ali é uma lei que nós já temos aprovada na Câmara municipal e não poderia ser gasto dinheiro público com qualquer artista que naquele momento do show fizessem qualquer tipo de alusão e apologia a sexualidade. Nós tivemos ali a quebra dessa lei, nós tivemos ali artista que não foi de forma alguma orientada a fazer aquele tipo de apologia de uso de palavras baixas naquele momento. Eu tenho certeza de que aquela criança que ouviu aquilo ficou com aquela interrogação na cabeça dela”, ressaltou.

Segundo o vereador, o termo “aliciar crianças” que foi dito por ele na segunda-feira (13) durante sessão plenária na CMM, se referiu ao uso de palavras “chulas e baixas” ditas pela cantora no momento do show.

“Não vou permitir que esse tipo de artista venha para cá com nosso dinheiro, com dinheiro público para fazer esse tipo de alusão, mais uma vez eu digo aquilo, sim, é um aliciamento de menores de idade com palavras chulas e baixas que aquela artista usou no momento do show”, concluiu.

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