Foto: (Divulgação/Assessoria)
Brasília (DF) – Pesadelo atual dos produtores de pescado, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) classificou a nova invenção do Ministério da ministra Marina Silva, de ameaçar de extinção a produção da tilápia por ser espécie invasora , um típico caso do ícone jornalístico dos longínquos anos 60, a coluna Festival de Besteira que Assola o País (Febeapá), do jornalista e humorista Stanislaw Ponte Preta, que tornou famoso no País a sátira. O ataque do Ministério do Meio ambiente não é só contra a tilápia, mas também contra plantas , árvores, não nativas do Brasil. Ou seja, o agro que se prepare.
A tilápia, hoje, no Brasil, representa 80% da produção do pescado, 68% da produção nacional e um potencial imenso de geração de riqueza e renda.
Para mostrar a imbecilidade do argumento, basta ver a origem do café. Olhe só, se a gente quer considerar a tilápia uma espécie agressiva, nós teríamos também que ir para a plantação. O café não é brasileiro, o café veio da Etiópia, a soja é asiática. A cana-de-açúcar trazida pelos portugueses, o algodão, o gado Nelore, o frango, o suíno, daqui a pouco vão querer também considerar uma espécie exótica, criticou Plínio.
Em discurso na tribuna do Senado Plínio explicou que o Ministério diz : “Não, isso é só por enquanto. Nós não estamos impedindo o cultivo, é só para considerar como espécie agressiva, mas não vamos fazer nada por enquanto”. Mas para o senador, o fato dessa ideia surgir na véspera da COP em Belém e a ressalva “por enquanto” não afasta o risco de uma medida radical . Dizem que é uma ameaça em potencial, mas é por precaução só.
O javali está nessa lista de animais que são nocivos à nossa cultura, e a coitada da tilápia agora está entregue.. É que a turma da COP procura alvos mais fáceis. Pode atacar e empobrecer produtor de tilápia, tendo como aliado o santuarista do Ministério do Meio Ambiente, não importa se a tilápia fornece alimentação farta e barata a baixo custo, alertou Plínio .
Plínio voltou a criticar a COP , que chamou de uma enganação para os amazônidas, que não passa do cartão de dever de casa para dizer o seguinte: “Olhe, eu vou mandar dinheiro para vocês o que é uma enganação também, não vou mandar nada não fazerem o que nós fizemos lá no passado, para vocês não fazerem o que nós estamos fazendo no presente e para que vocês não façam o que nós vamos fazer no futuro, que é explorar nossos recursos naturais”.
Infelizmente a Amazônia está tomada por essa gente. O narcotráfico é um poder paralelo, ONGs são outro poder paralelo. Fizemos a CPI das ONGs, temos um relatório que vai entrar para a história, e a gente tem que combater ao dizer, no mínimo: COP 30 é hipocrisia pura, nada mais do que isso, concluiu Plínio.
(*) Com Informações da Assessoria
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