(Fotos: Dhyeizo Lemos/Semcom-Prefeito)
Manaus (AM) – O prefeito de Manaus, David Almeida, afirmou nesta quinta-feira (13) que as recentes investigações instauradas pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) têm origem em denúncias antigas e já arquivadas, reafirmando a lisura de suas ações e a transparência da administração municipal.
“Essas denúncias são de 2024 e 2025. São notícias de viagens particulares que fiz durante o recesso de carnaval, com a minha esposa, com recursos próprios. Tudo foi comprovado com documentos e o Ministério Público arquivou os processos”, explicou o prefeito.
Segundo ele, o desarquivamento dos processos pelo Conselho Superior do Ministério Público e o encaminhamento ao Tribunal de Justiça faz parte do trâmite normal. “É o curso natural. Eu mostrei comprovantes, tudo está dentro da legalidade”, acrescentou.
Sobre as acusações de favorecimento a familiares, o prefeito foi enfático: “Eu não tenho nenhum parente que tenha recebido qualquer recurso público. A minha sogra era funcionária de uma empresa privada que prestava serviços à Prefeitura, mas nunca foi sócia, nem participou de licitação. Ela foi vítima de quebra de sigilo fiscal injustificada.”
O prefeito disse ainda que a insistência em pautar temas pessoais demonstra a ausência de questionamentos sobre a gestão. “Já realizamos mais de 1.400 licitações, somando R$ 16 bilhões, com mais de R$ 2,3 bilhões em economia para os cofres públicos. Nenhuma dessas licitações foi questionada. Quando tentam atingir minha imagem, recorrem à minha vida privada, porque não há o que contestar na administração”, afirmou.
Para o chefe do Executivo, a repetição de temas antigos revela motivação política. “Essas matérias já foram usadas na eleição passada, e a população respondeu nas urnas. Agora estão requentando denúncias antigas. Quem come comida fria acaba tendo indigestão”, ironizou.
O prefeito encerrou dizendo confiar na Justiça do Amazonas: “Tenho plena confiança de que a Justiça é séria e vai comprovar que não há nenhuma irregularidade nas minhas ações. Não existe ilegalidade em viajar com meus próprios recursos durante o recesso.”
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