Manaus, 9 de julho de 2026
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Manaus, 9 de julho de 2026

Cenário

Prefeito acompanha avanço de 75% do primeiro núcleo do novo aterro sanitário

Durante a visita técnica, o prefeito afirmou que o novo aterro busca encerrar um problema histórico relacionado à destinação de resíduos sólidos na cidade.

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(Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom-Prefeito)

Manaus (AM) – O prefeito de Manaus, David Almeida, vistoriou nesta segunda-feira, 15/12, as obras do novo aterro sanitário da capital, no quilômetro 19 da rodovia AM-010. Segundo a prefeitura, a primeira célula do empreendimento atingiu 75% de execução física e segue o cronograma previsto. A previsão é que as operações comecem em fevereiro de 2026.

Durante a visita técnica, o prefeito afirmou que o novo aterro busca encerrar um problema histórico relacionado à destinação de resíduos sólidos na cidade. De acordo com ele, o projeto prevê a implantação de quatro células operacionais e foi estruturado a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público e o Judiciário.

A obra é executada pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) e integra o Plano Municipal de Resíduos Sólidos. A prefeitura informa que o empreendimento possui licenças ambientais e atende às normas vigentes, incluindo exigências do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O aterro está sendo implantado em uma área de 67 hectares, dividida em quatro células de aproximadamente cinco hectares cada. Quando estiver em funcionamento pleno, a capacidade estimada é de até 2.600 toneladas de resíduos por dia, com vida útil projetada de cerca de 20 anos. O sistema inclui camadas de impermeabilização para proteção do solo e do lençol freático.

Aproveitamento do biogás

O projeto também prevê o aproveitamento do biogás gerado pela decomposição dos resíduos para produção de biometano, que poderá ser utilizado como combustível em parte da frota de veículos de limpeza urbana e do transporte público.

O novo aterro resulta de um TAC firmado entre a Prefeitura de Manaus, o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) e o Poder Judiciário. O investimento é privado, realizado pelas empresas responsáveis pela limpeza urbana, enquanto a área permanece sob controle do município.

Paralelamente, em abril de 2024, a prefeitura e o MP-AM firmaram um acordo administrativo que autoriza o funcionamento do atual aterro controlado até 2028. A medida, homologada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, busca garantir a continuidade do serviço até a entrada em operação do novo aterro sanitário.

(*) Com informações da assessoria

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