Manaus, 6 de julho de 2026
×
Manaus, 6 de julho de 2026

Cenário

Manaus e a capital da Coreia podem ser cidades-irmãs, caso prefeito sancione o projeto

Projeto aprovado na Câmara reconhece oficialmente a irmandade entre as duas capitais e aguarda sanção do prefeito.

manaus-e-a-capital-da-coreia-p

(Foto: sepavone/DepositPhotos)

Manaus (AM) – O Projeto de Lei que propõe considerar a capital amazonense, Manaus, e a capital da Coreia do Sul, Seul, como cidades-irmãs avança na Câmara Municipal de Manaus.

O Projeto de Lei nº 139 de 2023, de autoria do vereador João Carlos (Republicanos), que propõe reconhecer como cidades-irmãs a cidade de Manaus e a cidade de Seul, capital da Coreia do Sul, avançou na CMM, foi aprovado em segunda discussão e agora segue para sanção do prefeito de Manaus, David Almeida.

O PL tramita na Casa Legislativa desde 2023, quando o vereador apresentou a proposta. Somente em fevereiro de 2026, o texto foi aprovado em segunda discussão e encaminhado à sanção do prefeito David Almeida.

O texto reconhece oficialmente Manaus e Seul como cidades-irmãs. A medida também autoriza o Poder Executivo Municipal a firmar acordos, convênios, programas de ação e outras iniciativas de cooperação técnica entre as duas capitais.

Segundo o projeto, o intercâmbio poderá incluir programas científicos, sociais, ambientais, culturais, esportivos e comerciais, com foco no desenvolvimento econômico das duas cidades. A proposta prevê que as despesas decorrentes da futura lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, com possibilidade de suplementação.

O documento aponta que a iniciativa busca fortalecer relações institucionais e ampliar o intercâmbio entre as capitais.

A justificativa também menciona o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul nas últimas décadas, com destaque para políticas voltadas à educação e à industrialização orientada à exportação. O texto cita ainda o cenário econômico de Manaus e a importância de buscar cooperação internacional como estratégia de desenvolvimento local.

Agora, a proposta depende da decisão do prefeito para se tornar lei.

 

LEIA MAIS: