Manaus, 28 de outubro de 2026
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Manaus, 28 de outubro de 2026

Cenário

Roberto Cidade deixa professores sem auxílio-transporte e plano de saúde no AM

Profissionais contratados por processo seletivo cobram regularização dos benefícios e temem ficar sem atendimento médico a partir do dia 30.

Professores da rede estadual cobram do governo a regularização dos benefícios e alertam para possível suspensão do atendimento médico (Foto: Secom/ IA/Montagem Portal AM1)

Manaus (AM) – Professores contratados por processo seletivo no Amazonas enfrentam problemas relacionados ao pagamento do auxílio-transporte e à manutenção do plano de saúde. A situação envolve benefícios considerados essenciais para os profissionais que atuam na rede pública estadual.

A denúncia aponta que o auxílio-transporte não teria sido pago aos professores, comprometendo o deslocamento dos profissionais até as unidades de ensino. O benefício é utilizado para custear despesas com transporte público ou combustível para quem precisa se deslocar até o local de trabalho.

Além do auxílio, também foi apontado atraso relacionado ao plano de saúde dos professores. Conforme documento citado na publicação, a operadora Hapvida teria comunicado a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc) sobre a situação e indicado uma data para a interrupção do atendimento aos servidores.

Segundo a informação divulgada, a suspensão do atendimento estaria prevista para o dia 30, caso a pendência não fosse solucionada.

A situação ocorre durante a administração do governador Roberto Cidade, que assumiu o comando do Governo do Amazonas após a saída de Wilson Lima. A cobrança também alcança a gestão anterior, diante das pendências apontadas envolvendo servidores da educação.

O caso coloca novamente em discussão a situação dos profissionais contratados pelo Estado e o cumprimento dos benefícios previstos para a categoria.

A falta do auxílio-transporte pode dificultar o deslocamento de professores até as escolas, enquanto uma eventual interrupção do plano de saúde pode deixar servidores sem atendimento médico pela rede credenciada.

A situação também pode gerar novas medidas administrativas e judiciais para garantir a manutenção dos benefícios e o atendimento aos profissionais.

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