Manaus, 2 de novembro de 2026
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Manaus, 2 de novembro de 2026

Política

Flávio acusa Globo de ter medo após emissora recusar entrevista sem cortes

Senador afirma que exigiu a exibição integral da conversa e critica emissora por desistir da entrevista.

(Foto: Campanha Flávio Bolsonaro)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou a TV Globo de ter “medo” após a emissora não aceitar as condições estabelecidas por ele para conceder uma entrevista. Em publicação na rede social X, neste domingo (1º), o parlamentar afirmou que exigiu que a conversa fosse exibida na íntegra, sem cortes e sem restrições de assuntos.

Segundo Flávio, diferentes veículos de comunicação o procuraram ao longo da semana para entrevistas, entre eles a TV Globo. O senador relatou que estabeleceu como condição a divulgação integral da conversa, mas a emissora teria desistido após receber as exigências.

Na publicação, o parlamentar também criticou a reportagem que, segundo ele, seria exibida pelo programa Fantástico neste domingo. Flávio afirmou que a produção preparava um conteúdo sobre sua trajetória sem oferecer espaço para que apresentasse sua versão dos fatos.

“Pelo que tudo indica, o ‘Fantástico’ deste domingo vai exibir uma longa reportagem a meu respeito, sem me dar o direito de resposta. Se o maior grupo de comunicação do Brasil está com MEDO, não tem a menor condição moral de me julgar ou tentar destruir minha reputação”, escreveu.

Flávio anuncia entrevistas nos Estados Unidos

O senador chegou a Miami, nos Estados Unidos, na quarta-feira (28), acompanhado da esposa e das duas filhas. Desde a chegada ao país, ele tem utilizado as redes sociais para comentar sua saída do Brasil e as medidas cautelares impostas pela Justiça.

Em uma das publicações, Flávio declarou que não deixou o Brasil, mas saiu “pelo Brasil”. Também afirmou que as medidas judiciais foram fundamentadas em mentiras e questionou a condução do processo.

Já nos Estados Unidos, o parlamentar disse estar em um país onde pode expressar livremente suas opiniões. Ele também anunciou que pretende conceder entrevistas a veículos de comunicação brasileiros e estrangeiros, desde que o conteúdo seja divulgado sem cortes.

“Quem quiser ouvir, ouvirá o que ninguém mais pode dizer estando no Brasil”, concluiu.

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