(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Manaus (AM) – Vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) discutiram nesta segunda-feira (23) o acidente que resultou na morte da biomédica grávida Giovana Ribeiro da Silva, de 29 anos, e da bebê que ela esperava, ocorrido no domingo (22) na capital amazonense.
Giovana, que estava no sétimo mês de gestação e pretendia dar à filha o nome de Maria Carolina, seguia de moto com o marido quando o veículo passou por um buraco em uma avenida da cidade. A queda provocada pelo impacto causou ferimentos fatais na biomédica e no bebê, que não resistiram.
O vereador Capitão Carpê (PL) foi o primeiro a abordar o caso no Plenário Adriano Jorge. Ele atribuiu a tragédia à precariedade da infraestrutura viária de Manaus e solicitou um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. “Eu gostaria de solicitar um minuto de silêncio pela morte evitável da senhorita Giovana Ribeiro e de seu bebê”, declarou Carpê no início da sessão legislativa.
O vereador Zé Ricardo (PT) também se pronunciou sobre o acidente e responsabilizou a administração municipal. Em seu discurso, ele mencionou “omissão” e “descaso” por parte do poder público e questionou a atuação da Prefeitura de Manaus. O parlamentar sugeriu inclusive uma possível responsabilidade culposa do Executivo.
“Todo dia temos vítimas do descaso da Prefeitura. A Giovana não foi apenas vítima de um acidente, mas, sim, de um descaso”, afirmou Zé Ricardo.
Os vereadores Rodrigo Sá e Rodrigo Guedes, ambos do Progressistas, também comentaram o caso durante a sessão. Rodrigo Sá evitou apontar culpados diretamente, mas mencionou a “omissão” do Executivo. “Essa não é a primeira vida que se perde no trânsito”, disse.
Rodrigo Guedes, um dos principais nomes da oposição na CMM, também se manifestou sobre o acidente e cobrou providências no plenário. “É culpa da omissão. É culpa da incompetência”, alegou categoricamente o vereador. Confira o momento:
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