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Aleam entra de recesso sem abrir CPIs da Asfixia e da Pandemia

CPI da Asfixia teve seis assinaturas, contando com a do autor, Delegado Péricles; proposta precisa de oito assinaturas para ser instaurada
Lucas Rodrigues – Portal AM1
• Publicado em 18 de julho de 2021 – 20:12
CPI da Asfixia
Foto: Laércio Sousa/Aleam

MANAUS, AM – A partir desta segunda-feira (19), a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) estará de recesso parlamentar. A Casa, que teve sua última sessão do semestre na última quinta-feira (15), entrou de “férias” sem abrir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Asfixia.

A CPI foi proposta pelo deputado Delegado Péricles (PSL), no último dia (6) e, terminou o semestre com restando duas assinaturas para ser aberta. Até o momento, o requerimento de abertura havia sido assinado pelos deputados Wilker Barreto, Dermilson Chagas, Serafim Corrêa, Ricardo Nicolau e Sinésio Campos, além do próprio Delegado Péricles.

Em discurso na última quinta-feira, na Aleam, o deputado Wilker Barreto disse que ficou claro que o intuito da CPI da Asfixia seria “matar a CPI da Pandemia”, que já tinha sete assinaturas. A CPI da Pandemia havia sido proposta por Dermilson Chagas, aliado de Wilker.

“Hoje é a última sessão desse semestre legislativo, e esta Casa poderia estar produzindo mais. Ninguém mais tocou no assunto CPI da Asfixia, proposta pelo próprio governo. Hoje, ficou claro para mim e para sociedade que o intuito da CPI da Asfixia era simplesmente matar a CPI da Pandemia, que já tinha sete assinaturas, isso é uma demonstração da falta de respeito com o povo”, afirmou.

Leia mais: Wilker desiste de CPI da Pandemia e assina CPI da Asfixia: ‘Não tem mais desculpa’

Assinaturas restantes

Em tese, as duas assinaturas restantes para a instauração da CPI da Asfixia seriam dos deputados Fausto Júnior (MDB) e Nejmi Aziz (PSD). Os dois, até sexta-feira, não haviam assinado a nova proposta. Fausto, inclusive, disse que largaria a CPI da Pandemia por achar que Dermilson queria ser o “pai da CPI”, e segundo ele, por acreditar que os deputados deveriam entrar em consenso.

“Vou retirar minha assinatura da CPI da Pandemia. E vou aguardar que de forma amadurecida os colegas desta casa sentem e revejam as competências de cada CPI. Eu tenho interesse de investigar, mas não vou compactuar com uma CPI que pode acabar em pizza. Enquanto não houver maturidade política e uma CPI única, eu estou fora”, declarou o deputado.

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