Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

Após temporal, Zé Ricardo e Raulzinho trocam críticas nas redes sociais

Troca de acusações envolve críticas à gestão municipal e divisão de responsabilidades.

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(Foto: Éder França e Cleuton Silva/CMM)

Manaus (AM) – Os vereadores Zé Ricardo (PT) e Raulzinho (MDB) protagonizaram uma discussão nas redes sociais nesta quarta-feira (25), após a publicação de um vídeo sobre as consequências das fortes chuvas que atingiram Manaus.

Em seu perfil, o vereador Zé Ricardo, que atua na oposição na Câmara Municipal de Manaus (CMM), afirmou que irá cobrar providências imediatas, fiscalizar as áreas afetadas e exigir obras de drenagem e saneamento. Ele também criticou o que considera omissão do poder público municipal.

“Todo inverno é a mesma coisa em Manaus: alagamentos, prejuízo e sofrimento. E o poder público segue inerte. Não é surpresa, é descaso. Quem mais sofre é quem mora nas áreas mais vulneráveis. Isso tem responsável!”, declarou.

O vereador Raulzinho, colega de parlamento e integrante da base do prefeito na CMM, reagiu à publicação e pediu que Zé Ricardo não fosse “oportunista”. Segundo ele, a responsabilidade pelos problemas envolve todos os entes federativos: federal, estadual e municipal.

“E se fosse um tsunami, a culpa seria de quem?”, escreveu Raulzinho nos comentários da publicação.

Réplica e novo embate

A resposta não passou despercebida por Zé Ricardo, que rebateu afirmando que a situação era previsível.

“Não foi tsunami, foi chuva, algo absolutamente previsível em Manaus. Isso acontece todos os anos, e a atual prefeitura já está na gestão há quase seis anos. Previsível também é a omissão de quem deveria prevenir, investir em drenagem e proteger a cidade”, afirmou.

O parlamentar completou dizendo que a população não precisa de “analogia absurda”, mas de ações concretas do poder público.

“Oportunismo é querer implantar fake news sobre a real função da Prefeitura, enquanto a realidade escancara o descaso da gestão que o senhor defende. Menos desculpa e mais trabalho. A população não precisa de analogia absurda, precisa de solução”, declarou.

 

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