
Após meia hora de conversa com Amazonino, Ari Moutinho defendeu o bloqueio das contas do Estado (Foto: TCE)
Da Redação
Atendendo ao pedido governador eleito Amazonino Mendes (PDT), os membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspenderam, em uma decisão liminar, as operações financeiras do governo do Estado e de todas as secretarias. A decisão foi proferida nesta quarta-feira, 30, em reunião colegiada, na sede do TCE. Formalmente, o pedido de bloqueio foi ingressado pelo Ministério Público de Contas (MPC) após o órgão receber uma visita do governador eleito na última segunda-feira, 28.
O presidente da Corte de Contas, Ari Moutinho, foi quem puxou o primeiro voto pelo “engessamento” do Estado, sendo seguido pelos demais conselheiros do tribunal. Moutinho atendeu ao pedido de Amazonino e do deputado Josué Neto (PSD), que é filho de um dos principais conselheiros do TCE, Josué Filho, e apoiou o governador eleito na eleição suplementar.
A partir de agora, toda e qualquer despesa financeira prevista ou não no orçamento do governo do Estado, nos próximos dias, terá que passar pelo crivo dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado.
Segundo o TCE, a decisão não atinge o pagamento do abano salarial dos professores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) que é custeado pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).





