(Foto: Divulgação/Semcom)
MANAUS – O prefeito de Manaus David Almeida (Avante) e o vice-prefeito Marcos Rotta (PP) se pronunciaram nesta quinta-feira (27) sobre um relatório que apontou uma suposta aliança dos políticos com uma facção criminosa durante a campanha para a prefeitura em 2020.
De acordo com David Almeida, foram encontradas mais de 30 inconsistências técnicas no documento. O prefeito afirmou que o relatório “não passa de um dossiê desqualificado, sem assinatura, somente com timbre, criado de forma criminosa e vazado de forma criminosa”.
Durante a entrevista coletiva, na sede da Prefeitura de Manaus, David esclareceu que o relatório que deu origem à reportagem do site Metrópoles foi criado em 2020 pela Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência (Seai).
No ano seguinte, a Operação “Garimpo Urbano”, do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), prendeu o então responsável pela pasta, o delegado Samir Garzedim Freire por desvios de dinheiro na Secretaria.
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“Estamos sendo vítimas de um dossiê, uma conversa de criminosos. Um dossiê feito por criminosos, presos, e de forma criminosa vazada. Cometeu um crime quem fez o dossiê; quem divulgou o dossiê. Quem compartilhou a informação do dossiê, e quem publicou o dossiê, e quem comentou e ofendeu o prefeito e vice-prefeito!”, disse David Almeida.
O prefeito de Manaus sinalizou que vai processar todas as pessoas que se aproveitaram do relatório, nos últimos 5 dias, para prejudicá-lo politicamente. E apontou crime de “quebra de sigilo funcional”. “Nós temos mais de 700 pessoas que serão processadas!”, garantiu.
Assim como ele, Marcos Rotta se defendeu das denúncias e também afirmou que o relatório é inconsistente. “Não leva sequer assinatura, porque o covarde que produziu isso nem ele mesmo acreditou nesse monte de ‘baboseira’, porque não quis assinar! [..]”





