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Em nota, Eduardo Braga afirma que vai processar delator da JBS

• Publicado em 20 de maio de 2017 – 15:40
Líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) afirma que o cenário atual é de “turbulência na economia mundial” e por isso o momento é inadequado para votar a proposta que facilita o pagamento das dívidas de estados e municípios com a União Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Assessoria de imprensa do senador informou que a delação do executivo Ricardo Saud, da J&F, contém “erros crassos e graves”. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Apontado pelo diretor do frigorífico da JBS, Ricardo Saud, como um dos cinco atuais e ex-senadores do PMDB que receberam propina para garantir o apoio de todo o partido à reeleição de Dilma Rousseff nas eleições de 2014, o senador do Amazonas Eduardo Braga informou em nota distribuída, nesta sexta-feira (19), que estuda adotar medidas legais contra o delator. Segundo Saud, Braga teria recebido R$ 6 milhões.

No documento, a assessoria de imprensa de Braga afirma que a delação do executivo Ricardo Saud, da J&F, contém “erros crassos e graves”.

Em outro trecho, a nota diz que “Saud é explícito ao afirmar que sua empresa fez doações eleitorais registradas para a campanha de Eduardo Braga ao Senado Federal. É falso. Os registros da Justiça Eleitoral comprovam que Eduardo Braga não recebeu nenhuma doação do grupo J&F por via direta ou por meio de seu partido, o PMDB”.

A nota tenta ainda desqualificar o teor da delação alegando que “Outra inverdade se refere ao apoio de Eduardo Braga à ex-presidente Dilma Rousseff. A relação de proximidade entre ambos remonta ao período em que Dilma foi ministra do governo Lula. No governo Dilma, Eduardo Braga foi ministro de Minas e Energia, líder do governo no Senado e nunca negociou seu apoio à ex-presidente em qualquer base”.

Além do senador do Amazonas, teriam recebido dinheiro os senadores Jader Barbalho (PA), Eunício Oliveira (CE, presidente do Senado), Renan Calheiros (AL) e o ex-senador Vital do Rego (atual ministro do Tribunal de Contas da União), totalizando R$ 35 milhões em propina.

 

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