(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A assessoria jurídica da Professora Maria do Carmo (PL) manifestou indignação em relação à operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Civil do Amazonas, na manhã desta sexta-feira (6), em sua residência no bairro Nossa Senhora das Graças, em Manaus.
Em nota oficial divulgada após a diligência, a defesa da ex-candidata ao Governo do Amazonas denunciou a condução dos procedimentos policiais, classificando a ação como evidência de escalada de perseguição política e apontando graves questionamentos sobre abuso de autoridade. A operação integra investigações sobre a produção e a divulgação de vídeos com acusações relativas à filha menor de idade do governador eleito Omar Aziz (PSD), veiculados na campanha de 2026, apuração que examina possíveis violações ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Os advogados sustentaram que autoridades policiais não respeitaram devidamente as garantias legais e as prerrogativas da advocacia durante o cumprimento do mandado no imóvel. A defesa considerou inaceitável que direitos fundamentais fiquem em segundo plano e afirmou expressamente que não aceitará tentativas de constrangimento ou intimidação por meio de procedimentos que desrespeitem a legislação vigente. Segundo a nota, o cumprimento de uma ordem judicial não concede permissão às autoridades para ultrapassar os limites legais estabelecidos.
A nota oficial destacou que, desde o resultado das eleições, a ex-candidata enfrenta acusações deliberadas e exposição de sua imagem por conta de uma denúncia envolvendo a filha do governador eleito, fato que a empresária já negou publicamente. A defesa ressaltou ser inadmissível o uso politiqueiro da situação para ferir a honra de Maria do Carmo e chamou atenção para o fato de um processo que corre em segredo de justiça ter notícias veiculadas constantemente pela imprensa local por meio de vazamentos de informações.
Ao longo de todo o decorrer das investigações, a Professora Maria do Carmo colocou-se à disposição para colaborar com a justiça e apontar os verdadeiros responsáveis por eventuais atitudes que tenham ferido direitos. A defesa informou que a empresária permanece tranquila, confiante em sua inocência e convicta de que a verdade prevalecerá no processo. Em vídeo publicado na quinta-feira (5), véspera da operação em que a polícia apreendeu seu celular e computador, ela já havia afirmado que aguardava a diligência policial e declarou estar preparada para o desdobramento das apurações.
Sobre a ação e o andamento das investigações, Maria do Carmo declarou: “Estou aqui para colaborar e acredito que a Justiça dos homens será feita, porque a Justiça de Deus não falha. O fogo, quando não tem palha, não espalha”.
Nota oficial da assessoria
A assessoria jurídica da Professora Maria do Carmo (PL) manifesta indignação com a operação de busca e apreensão realizada nesta sexta-feira, 6/10, na residência da ex-candidata ao Governo do Amazonas. Apesar de ser esperada, a defesa denuncia a condução dos procedimentos, que evidenciam uma escalada de perseguição política e levanta graves questionamentos sobre abuso de autoridade.
Os advogados apontam que garantias legais e prerrogativas da advocacia não foram devidamente respeitadas durante a diligência. A defesa considera inaceitável que direitos fundamentais sejam colocados em segundo plano e afirma que não aceitará qualquer tentativa de constrangimento ou intimidação por meio de procedimentos que desrespeitem a legislação.
Desde o resultado das eleições, a ex-candidata foi alvo de acusações e tem tido sua imagem exposta de forma deliberada por conta de uma denúncia envolvendo a filha do governador eleito Omar Aziz (PSD), fato que já foi publicamente negado. Chama atenção que um processo que corre em segredo de justiça, a todo momento tem notícias veiculadas pela imprensa local com vazamento de informações.
No todo decorrer da investigação, a Professora Maria sempre se colocou à disposição para colaborar com a justiça e apontar os verdadeiros responsáveis por qualquer atitude que tenha ferido os direitos das partes envolvidas. O que não se pode aceitar é o uso politiqueiro da situação para ferir a honra da ex-candidata.
É fundamental destacar que o cumprimento de uma ordem judicial não concede às autoridades autorização para ultrapassar os limites da lei.
A Professora Maria do Carmo permanece tranquila, confiante em sua inocência e convicta de que a verdade prevalecerá. Em vídeo publicado na última quinta, 5, a ex-candidata já havia afirmado que aguardava a diligência e estava preparada para o que viesse.
“Estou aqui para colaborar e acredito que a Justiça dos homens será feita, porque a Justiça de Deus não falha. O fogo, quando não tem palha, não espalha”, afirmou.
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