(Foto: Divulgação / Assessoria)
Manaus (AM) – O deputado federal Fausto Júnior (União Brasil) afirmou que o Congresso Nacional precisa discutir, no próximo ano, a criação de uma legislação para ampliar a fiscalização sobre o financiamento estrangeiro destinado a organizações não governamentais (ONGs) que atuam no Brasil.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar criticou a atuação de entidades ambientalistas e organizações ligadas a pautas socioambientais que, segundo ele, têm atuado contra projetos de desenvolvimento econômico no Amazonas.
“Precisamos, urgentemente, no próximo ano, discutir uma lei que possa moralizar essa questão do financiamento estrangeiro para as ONGs. Não é possível que pessoas recebam dinheiro de fora e esse recurso não sirva para construir uma escola ou trazer benefícios diretos para a população”, afirmou.
O deputado citou como exemplos projetos como a exploração de potássio em Autazes, a pavimentação da BR-319 e investimentos privados no estado, argumentando que iniciativas de desenvolvimento econômico enfrentam resistência de organizações financiadas por recursos internacionais.
“Tudo que é para desenvolver o Amazonas encontra algum tipo de oposição. O potássio em Autazes, a BR-319 e outros investimentos acabam enfrentando questionamentos e obstáculos”, declarou.
Financiamento
O parlamentar também levantou suspeitas sobre a influência econômica internacional no financiamento de organizações que atuam em pautas ambientais no país.
Ao comentar a exploração de potássio no Amazonas, Fausto Júnior afirmou que interesses comerciais estrangeiros poderiam estar relacionados à oposição ao empreendimento.
“Isso é uma guerra comercial. As ONGs acabam sendo utilizadas como instrumento nessa disputa econômica internacional”, disse o deputado.
Debate
A proposta defendida pelo parlamentar prevê a abertura de um debate no Congresso Nacional sobre mecanismos de transparência, fiscalização e eventual regulamentação do financiamento internacional destinado a organizações não governamentais que atuam no Brasil.
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