Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Manchete

Amazonino contrata mais uma empresa sem licitação por 2,2 milhões

Hospital Adriano Jorge (Foto: Divulgação)

Com a justificativa de situação emergencial, o governo do Estado contratou sem licitação a empresa Medic System Ltda., para fornecimento de materiais para prótese e instrumentais para a Fundação Hospital Adriano Jorge no valor de R$ 2,2 milhões.

Hospital Adriano Jorge (Foto: Divulgação)

A informação foi publicada no Diário Oficial do Estado da última segunda-feira, dia 29. Segundo a publicação, a contratação é para a “a aquisição de materiais de alta complexidade em Traumato-Ortopedia em Serviços Ortopédicos Ambulatoriais e Cirúrgicos” realizadas pela Fundação.

O valor global da compra será de R$ 2.279.253,07. Segundo a publicação, a portaria foi assinada pela diretoria administrativa financeira, que levou à consideração da diretora presidente da unidade para ratificação, o que feito.

A dispensa de licitação tem sido corriqueira na atual gestão do governo de Amazonino na área de saúde. No último dia 24, o Amazonas1 publicou reportagem sobre a contratação de três empresas por R$ 1,5 milhão para prestação de serviços para o Instituto da Mulher Dona Lindu.

A dispensa também foi justificada com o argumento de “situação emergencial com a possibilidade de comprometer a segurança do público que frequenta o hospital” e favoreceu as empresas Hospitalar Service (Hospitalar Comércio, Representação e Serviços em Equipamentos Médicos Ltda.), a Petro Serviços de Limpeza, Conservação em Equipamentos Ltda., e o Laboratório Reunido (J A Souto Loureiro).

Em nota, a direção da Fundação explicou que a dispensa de licitação foi para evitar a falta de materiais e a paralisação de cirurgias ortopédicas na unidade e para atender a decisões judiciais.

Confira a nota, na íntegra:

A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ) informa que a dispensa de licitação para aquisição de Órtese, Prótese e Materiais Especiais (OPMEs) foi realizada em situação emergencial, para evitar a falta de materiais e a paralisação de cirurgias ortopédicas na unidade e também para atender a processos judicializados, que exigem prazo exíguo para o atendimento. No entanto, há um processo na Comissão Geral de Licitação (CGL) para que as próximas aquisições possam ser realizadas sem a dispensa de licitação. A escolha da empresa foi feita  com base em pesquisa de mercado, que considerou o menor valor ofertado.

Portaria publicada no Diário Oficial do dia 26