(Reprodução/Redes sociais)
Manaus (AM) – A Justiça do Amazonas decidiu manter a prisão do vereador Rosinaldo Bual (Agir) e de sua chefe de gabinete, Luzia Seixas Barbosa, após audiência de custódia realizada na noite de sexta-feira (3). Os dois foram detidos durante a Operação Face Oculta, conduzida pelo Gaeco/MPAM, sob suspeita de envolvimento em um esquema de “rachadinha”.
Na decisão, a Justiça considerou legais as prisões. O parlamentar foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), no km 8 da BR-174, e responde a investigações por peculato, concussão, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Por ocupar mandato na Câmara Municipal de Manaus (CMM), Bual tem direito a cela especial, prerrogativa garantida pelo STF em 2023. Ainda não há definição sobre eventual transferência para outra unidade prisional.
Operação Face Oculta
A operação cumpriu dois mandados de prisão e 17 de busca e apreensão, incluindo na sede da CMM. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 2,5 milhões em contas bancárias.
Segundo o Gaeco, as investigações apontam que parte dos salários de assessores era desviada e repassada para contas ligadas ao vereador.
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