Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Política

Lula desdenha do crescimento de Bolsonaro: ‘não está se aproximando’

Petista ainda voltou a defender Geraldo Alckmin.

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou a queda na distância entre ele e o presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto. De acordo com o petista, a diferença entre ele, líder, e o segundo colocado é “muito grande”. Segundo Lula, o PT e seus aliados têm “todas as condições de ganhar as eleições de 2022.”

“Bolsonaro não está se aproximando. Ele recuperou 3 ou 4 pontos depois da saída do [ex-juiz Sérgio] Moro, mas a nossa distância continua acima de 15 pontos no Brasil e é muito grande. No segundo turno, essa distância aumenta para 15%, 20%, 25% dos votos. Eu estou tranquilo, estou com a certeza de que nós temos todas as condições de ganhar as eleições de 2022”, afirmou em entrevista à Rádio CBN Campinas. Apesar da confiança, o petista disse que ainda é preciso “colocar o pé no chão e andar pelo Brasil” para elaborar e divulgar programas que tenham como foco a geração de emprego e renda.

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O PT lança a chapa formada por Lula e pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) como vice no próximo sábado, 7. O partido fechou uma federação com PCdoB e PV e, além da coligação com o PSB, tem o apoio de PSOL, Solidariedade e Rede (embora, neste caso, a adesão não seja de toda a cúpula da sigla). Na próxima semana, Lula inicia uma nova série de viagens pelo País.

Durante a entrevista, o petista voltou a destacar que a escolha do ex-governador e ex-tucano à Vice-Presidência é importante para abrir diálogo com setores da sociedade que estavam afastados do PT.

“Alckmin agrega experiência, agrega um setor da sociedade que durante muito tempo não votou no PT ou não quis votar no PT. O Alckmin agrega pessoas que pensam diferente de nós em muitas coisas”, disse. O PT aposta na atuação do ex-governador paulista para se aproximar sobretudo de três segmentos: agronegócio, mercado financeiro e o eleitorado religioso e mais conservador.

Com informações da Agência Estado