(Foto: Wavebreakmedia/Depositphotos)
Manaus (AM) – Uma caminhada em alusão ao Dia Internacional da Mulher será realizada neste domingo (8), em Manaus, com o tema “Direitos não são favores”. O evento está marcado para começar às 7h30, com concentração no Anfiteatro da Ponta Negra, na zona Oeste da capital amazonense.
A mobilização busca chamar a atenção para a defesa dos direitos das mulheres e o fortalecimento da participação feminina na sociedade. A caminhada conta com o apoio da Procuradoria Especial da Mulher, além de instituições como a Polícia Civil do Amazonas, a Defensoria Pública do Estado, o Ministério Público e o Tribunal de Ética. A atividade também reúne o apoio de parlamentares do estado.

Evento
Além disso, a capital amazonense será palco da terceira edição da corrida e caminhada “Mulheres Largam na Frente”, considerada a maior prova esportiva exclusiva para mulheres da região Norte do país. A iniciativa deve reunir mais de duas mil participantes em Manaus no Dia Internacional da Mulher.
O percurso tem início às 6h, com largada na Avenida Mário Ypiranga, nº 1300, em frente ao Manauara Shopping, no bairro Adrianópolis, zona Centro-Sul da cidade. O trajeto terá cerca de seis quilômetros e poderá ser percorrido tanto em corrida quanto em caminhada.
Integrando a programação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a corrida também tem como objetivo fortalecer ações voltadas à defesa dos direitos das mulheres e ao enfrentamento da violência de gênero. A saída será organizada em dois horários: às 5h55 para participantes com deficiência e às 6h para os grupos Geral e Elite.
A competição contempla as categorias Individual, atletas com deficiência visual acompanhadas por guia e participantes usuárias de cadeiras de rodas esportivas. Ao longo do trajeto, as corredoras contarão com estrutura de apoio, incluindo pontos de hidratação a cada dois quilômetros, serviço de guarda-volumes e assistência médica, conforme as diretrizes da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).
Origem
O Dia Internacional da Mulher foi oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, mas sua origem remonta ao início do século 20, ligada às lutas de mulheres trabalhadoras por melhores condições de trabalho e igualdade de direitos. A data tem origem em mobilizações de operárias nos Estados Unidos e em países da Europa.
No Brasil, a data também costuma ser associada ao incêndio de 1911 na Triangle Shirtwaist Company, que matou 146 trabalhadores e evidenciou as condições precárias enfrentadas por operárias durante a Revolução Industrial.
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