Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

‘Me ajoelharia para o Presidente para pedir o metrô’, diz vereador

Roberto Sabino afirmou que a solução para o trânsito na capital seria a implantação de metrôs ou monotrilhos.

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(Foto: Divulgação/Assessoria)

Manaus (AM) – Em debate sobre o transporte público em Manaus, o vereador Roberto Sabino afirmou nessa terça-feira (20) que caso fosse Prefeito de Manaus ‘se ajoelhava aos pés do Presidente’ para pedir a implantação do transporte coletivo de maior capacidade como os metrôs e monotrilhos para solucionar o trânsito de veículos na capital amazonense.

Segundo Sabino, Manaus está ‘parada de trânsito’ e o Governo Federal não tem feito nada para solucionar o problema, como sugestão, o vereador afirmou que a saída seria a implantação de metrôs ou monotrilhos em Manaus.

Promessas passadas

A promessa de implantação do sistema BRT foi feita durante a gestão de Amazonino Mendes na Prefeitura de Manaus e seria uma das opções de transporte para a Copa do Mundo de 2014.

Em 2010, Amazonino chegou a contratou a empresa Vetec Engenharia para prestar serviços de engenharia e consultoria para os estudos de planejamento. O valor pago pelo então prefeito na época  foi de R$ 11.948.601,83, e ficou a cargo da empresa elaborar um projeto funcional e básico para a construção do BRT. Mas, o projeto nunca saiu do papel.

Já o projeto de monotrilho foi apresentado pelo Governo do Amazonas durante a gestão de Eduardo Braga, em 2009. Na época, o governo afirmou que o sistema iria atender 170 mil pessoas, além de reduzir o tempo de deslocamento dos passageiros em até 1 hora. Em 2009, o governo estimou que seria utilizado o valor R$ 1,3 bilhão para a construção do monotrilho, obra que seria financiada pelos recursos do governo federal, além do BNDES e BID e iniciativa privada.

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Mas os planos não foram realizados e, mesmo com a obra atrasada, a Justiça Federal do Amazonas cancelou a licitação do monotrilho em 2013. A decisão foi acatada após o Ministério Público Federal encontrar quatro irregularidades no processo de licitação aberto pelo governo estadual em 2010.

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