Manaus, 1 de agosto de 2026
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Cenário

Omar Aziz destaca experiência como senador e ex-governador para voltar a comandar o Amazonas

Durante convenção da Federação Brasil da Esperança, senador atribuiu ao governo Lula a retomada de investimentos e afirmou que o próximo governo terá de reconstruir áreas como saúde e educação.

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Omar Aziz defendeu mudanças no Amazonas durante convenção em Manaus - (Foto: Tadeu Rocha/ Ascom)

Manaus (AM) – O senador Omar Aziz (PSD), candidato ao Governo do Amazonas, afirmou neste sábado (1º), durante a convenção da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), que pretende promover uma “mudança real” no estado e classificou a atual administração como uma “gestão desastrosa”.

Em entrevista à imprensa no Sesi Clube do Trabalhador, em Manaus, Omar disse que a aliança formada com os partidos da federação fortalece o projeto eleitoral para 2026 e defendeu a experiência como diferencial para governar o Amazonas.

“O PSD faz uma aliança forte para que a gente faça a mudança que tem que ser feita no estado do Amazonas, uma mudança real, com a segurança necessária que uma pessoa com experiência possa tirar o Amazonas da situação em que ele vive”, declarou.

O candidato também destacou ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que programas federais voltaram a beneficiar o estado.

“O presidente Lula tem feito aquilo para o estado do Amazonas que a gente estava aguardando há algum tempo”, afirmou, citando a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida e medidas relacionadas à reforma tributária.

Ao criticar a atual gestão estadual, Omar Aziz afirmou que o próximo governo encontrará um cenário de dificuldades em áreas essenciais.

“Eu espero que a realidade do Amazonas seja mostrada como está, como estão deixando o estado. A gente vai ter que reconstruir muita coisa. São escolas totalmente depredadas, hospitais não funcionando, profissionais de saúde que não recebem. Isso é uma situação caótica”, disse.

O senador também questionou a aplicação dos recursos públicos arrecadados pelo Estado nos últimos anos.

“O Estado arrecadou R$ 245 bilhões nos últimos anos. Faltou gestão. Foi uma gestão desastrosa. Por isso tem que haver essa mudança”, concluiu.

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