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Omar Aziz rebate ministro da Saúde e duvida que Brasil vacine todo mundo este ano

Senador amazonense do PSD disse que inaceitável ver o Brasil ficar sem vacinas e o povo morrendo de Covid de Norte a Sul
• Publicado em 01 de maio de 2021 – 13:25
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

MANAUS, AM –  Um dia após o ministro da Saúde Marcelo Queiroga dizer à OMS que o Brasil tem condições de imunizar todo mundo até o fim do ano, o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, disse que isso não deve acontecer. Terça-feira a CPI começa a ouvir Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, ex-ministros do governo Jair Bolsonaro. “Nós tínhamos a certeza, dada por alguns ex-ministros, que teríamos a vacina em alta quantidade no tempo certo. Com o andar da carruagem, vamos passar 2021 e não vamos conseguir vacinar as pessoas acima de 13 anos”, afirmou neste sábado o senador em entrevista à CNN.

Omar, desde o início dos trabalhos, disse que um dos focos é investigar os motivos pelos quais o Brasil não comprou vacinas a tempo.  “Nós temos relação com o mundo todo, não temos inimigos, não temos barreira comercial no mundo, nem com os Estados Unidos, e nem com Cuba — dois setores totalmente diferentes de pensamento. Essas questões também serão apuradas pela CPI, porque a comissão de relações exteriores é morosa ou nem apoiou em nada.”

Leia mais: ‘Não estamos preocupados com CPI e trabalhamos a todo vapor’, diz Bolsonaro

Omar garante que não vai focar em pessoas, mas em fatos. Mas o clima de pressão sobre a CPI por parte dos governistas é grande. “Quanto mais rápido apurarmos, mais rápido essa pauta sai da TV, dos jornais, do dia-a-dia. Hoje esse assunto está na nossa casa. Com certeza você perdeu pessoas nessa pandemia, então não é algo abstrato. A Covid-19 não vai parar com a CPI, o vírus vai continuar contaminando. A população pensa que toda CPI acaba em pizza. Mais de 400 mil mortes não vai acabar em pizza”, garantiu.

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