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‘Não houve nenhuma orientação superior, do prefeito ou de quem quer que seja’, diz Carijó

O secretário municipal esteve nesta quarta-feira, 9, na Câmara de Manaus para prestar esclarecimentos sobre o uso de um veículo oficial e a participação de um servidor municipal neste caso

Secretário Carijó, na Câmara Municipal de Manaus (Foto: Robervaldo Rocha/ CMM)

Durante sua ida à Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta quarta-feira, 9, para explicar sobre o envolvimento de um servidor municipal e o uso de um veículo oficial no assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues, 42, o secretário Luiz Alberto Carijó eximiu qualquer responsabilidade do prefeito Arthur Neto (PSDB) e da Prefeitura de Manaus.

“Nesse sentido, não houve nenhuma orientação superior, do prefeito, de quem quer que seja. Inclusive, o prefeito estava sedado em um procedimento no Hospital Adventista[no dia do crime]”, declarou, ao assegurar também que não houve pagamento de diárias e passagens custeadas pela prefeitura, como estava circulando nas redes sociais para as duas pessoas que acompanharam Alejandro Valeiko ao Rio de Janeiro.

Carijó explicou que o sargento da Polícia Militar, Elizeu da Paz de Souza, que presta serviço na Casa Militar, compõe a segurança do prefeito e da família, mas que não houve nenhuma orientação de Arthur para que o servidor fosse até a residência onde estava Alejandro. “O que está acontecendo nesse momento é saindo do campo policial para ter uma vertente política”, acrescentou.

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