De fora
Parece que a tão aguardada comitiva brasileira para o grupo de Trump teve uma mudança de última hora. O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) foi afastado da viagem por “motivos de saúde”, após realizar uma cirurgia no braço. Com sua ausência, o número de representantes brasileiros na cerimônia foi limitado, deixando a comitiva sem um dos seus principais nomes hoje na capital amazonense. Com isso, a direita estará com um brasileiro a menos para enaltecer Trump em Washington.
Missão ou turismo?
A pergunta que está intrigando os manauaras é: o que um vereador de primeiro mandato, sem legado político, vai fazer no jantar de posse do presidente dos EUA, Donald Trump? Quais foram os critérios para a escolha de Coronel Rosses (PL)?
Estratégia ou Controle?
Wilson Lima jura, de pés juntos, que trocar o comando do Ipaam não foi um tapa no PT, mas sim um ‘gesto estratégico’. Afinal, nada demonstra melhor uma ‘aliança forte’ do que substituir o indicado do deputado Sinésio Campos por um nome pessoal. Claro, tudo em nome da mineração sustentável… ou seria do controle total?
Déjà vu do ‘doar salário’
Eurico Tavares chegou com tudo na CMM, estreando no clássico estilo ‘doar salário e ganhar holofotes’. Parece que a escola de Rodrigo Guedes está formando bem seus alunos. A dúvida agora é: será que o próximo módulo inclui copiar o Amom Mandel e cortar o cotão? Porque originalidade, pelo visto, ficou para o próximo mandato.
O ‘salvador’ do povo?
Procurado pelo Portal AM1, o vereador Eurico Tavares preferiu não falar sobre abdicar do Cotão, mas garantiu que vai doar o salário. O questionamento que fica é: qual o verdadeiro propósito? Trabalhar de graça ou jogar charme político? Porque, convenhamos, ninguém distribui dinheiro à toa, especialmente alguém com polêmica de paternidade e uma pensão generosa na conta. Parece que, no fim, sobra muito amor ao povo… e dinheiro também.
Em defesa do debate
No epicentro da crise dos flanelinhas em Manaus, o vereador Sérgio Baré, com toda sua experiência de primeiro mandato, resolveu esclarecer: não é contra os flanelinhas, mas sim contra a forma “abusiva” de cobrança. Ufa, que bom, né? Afinal, quem nunca ficou perturbado por ter que pagar para estacionar em vias públicas? Agora, só nos resta aguardar ansiosos o debate na CMM, que deve resolver finalmente o impasse da ‘profissão’ flanelinha, tão crucial para a cidade.
Máfia dos Flanelinhas
Já o vereador Rodrigo Guedes (PP) destacou, por meio de suas redes sociais, que esteve reunido com o secretário de Segurança Pública, Coronel Vinícius Almeida, e cobrou a fiscalização do que ele classificou como “máfia dos flanelinhas”, que, segundo ele, são pessoas que obrigam a população a pagar por estacionamento em áreas públicas.
Elevadores e política em pane?
A empresária Maria do Carmo Seffair (Novo) não desiste do sonho de comandar o Amazonas e já mira 2026, depois de tentar de tudo um pouco em eleições passadas. Será que, dessa vez, ela sobe ao topo sem depender de “elevadores políticos”? Porque, falando em elevadores, os da Fametro continuam parados, e os alunos seguem malhando as pernas enquanto Maria mira o Poder Executivo. Prioridades, né?
Sobrevivendo à espera
Os participantes do concurso da CMM seguem aguardando a divulgação das respostas dos recursos, que já deveriam ter saído no ano passado. Enquanto isso, o certame parece estar no modo “retrocesso 2003”, quando os aprovados só assumiram 20 anos depois. Será que dessa vez vão esperar para ver quem ainda estará vivo? Porque, pelo visto, pressão é o único idioma que a burocracia entende.
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