(Foto: Divulgação /TJAM)
Manaus (AM) – Servidores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) estão questionando a Corte sobre possíveis pagamentos de até R$ 600 mil a juízes e desembargadores. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Justiça do Amazonas, esse valor poderia ser pago como compensação por “assunção e redução de acervo processual”, incluindo magistrados que não atuaram o ano inteiro.
Reivindicações dos servidores
Os servidores afirmam que seu trabalho na redução de processos e na produtividade é parte de um esforço coletivo, mas que eles não recebem reconhecimento financeiro equivalente. Para eles, os magistrados estariam recebendo altos pagamentos retroativos, enquanto o trabalho dos servidores permanece sem compensação significativa.
Posicionamento do TJAM
O Tribunal de Justiça do Amazonas afirmou que não existe ordem de pagamento de R$ 600 mil e classificou a informação como “especulação”. Segundo a Corte, o procedimento mencionado é apenas um levantamento de passivos relacionados à gratificação de assunção de acervo, sem previsão formal de pagamento como sugerido pelo sindicato.
O TJAM ressaltou que todos os pagamentos seguem normas financeiras e que não há tratamento desigual entre servidores e magistrados.
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