Manaus, 7 de julho de 2026
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Política

STJ exige que INSS funcione com pelo menos 85% da capacidade sob pena de multa

Os servidores, porém, dizem que não há avanços nem mesmo nas pautas acordadas pelo Governo.

STJ exige que INSS funcione

(Foto: Divulgação/Assessoria)

Brasília (DF) – A presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), ministra Maria Thereza de Assis Moura, exigiu, nesta quinta-feira (25), que a greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não prejudique os serviços essenciais fornecidos a população.

A mobilização dos grevistas começou no dia 16 de julho, os servidores reivindicam recomposição salarial, melhores condições de trabalho e valorização profissional.

Segundo a magistrada, o órgão deve atuar com pelos menos 85% da sua capacidade em cada unidade. Caso a decisão seja descumprida, a instituição será multada em R$ 500 mil ao dia.

“Deferido o pedido de tutela provisória de urgência para determinar a continuidade do serviço público prestado pelas carreiras representadas no processo, garantindo-se a permanência em atividade de, no mínimo, 85% das equipes de cada unidade administrativa do INSS. Fixada multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento da decisão”, disse a ministra.

Na última segunda-feira (24), o Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP) realizou uma assembleia com os servidores de forma virtual.

“Depois da terceira rodada de negociação com o MGI (Ministério da Gestão e Inovação) o governo apresentou uma proposta que não atendeu as pautas de reivindicação da categoria. Ontem tivemos assembleia e a categoria deliberou por continuar a greve. Todos os dias mais agências e mais servidores aderem ao movimento,” disse a SINSSP ao Portal AM1.

Veja o gráfico da mobilização dos estados:

 

Números da Greve do INSS

Números da Greve do INSS – (Foto: Reprodução/SINSSP)

Atualmente, 400 agências estão fechadas ou funcionando de forma parcial. No Amazonas, dos 210 servidores apenas 19 aderiram ao movimento grevista.

 

Confira o que diz Guilherme Fenille Rocha Molinaro, representante do Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência com base Nacional (SINSSP-BR).

 

 

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