Liminar atende ação civil pública e determina suspensão imediata de pregões do DNIT por até 70 dias.
Decisão judicial tenta conter danos e garantir reparação após devastação de 3,2 mil hectares de floresta nativa.
Recurso ao Tribunal de Justiça questiona decisão que negou barreiras de contenção, remoção de flutuantes e governança da bacia.
Investigadas pela morte da criança, profissionais estão proibidas de atuar e devem cumprir medidas impostas pela Justiça.
Justiça impede avanço do plano ambiental de Wilson Lima, acusado de avançar sem ouvir indígenas e ribeirinhos.
Decisão considerou que fato foi admitido de forma administrativa, depois negado na contestação judicial.
Representantes dos flutuantes do Tarumã-Açu apontam ilegalidade e prometem acionar a Justiça contra a medida sobre retirada.
A Justiça também proibiu os infratores de explorar, "de qualquer modo, a área desmatada cujo reflorestamento é buscado".
O Fato aconteceu no dia 8 de janeiro de 2023 na manifestação golpista.