Decisão envolve prestação de contas das eleições de 2024 e despesas com fiscais de seção eleitoral.
Apreensão de 2,5 toneladas de skunk e menções à campanha nas redes sociais ampliaram a repercussão do caso.
Justiça Eleitoral considerou irregular impulsionamento pago de vídeo que associava candidato a suspeitas de compra de votos e facções.
Presidenciável do PL participa de motociata nesta sexta-feira (11) e cumpre agenda ao lado da candidata ao Governo do Amazonas.
Candidata afirma que não conhece a origem do material de campanha encontrado durante a ação policial.
Vereador afirma que bandeiras de Maria do Carmo foram colocadas entre 2,5 toneladas de skunk apreendidas em Manaus.
Segundo a polícia, droga estava escondida em dois caminhões que seriam usados para levar a carga a outros estados.
Candidata nega responsabilidade por ataque contra equipe de campanha e acusa ex-governador de usar o caso politicamente.
Montante unificado das três campanhas reflete os volumosos aportes financeiros enviados pelos diretórios nacionais das siglas.