Anézio Paiva rejeitou classificar movimentação como rebelião, apesar do acionamento do Batalhão de Choque e de negociadores do Bope para acompanhar a ocorrência.
Motim mantém ao menos quatro policiais como reféns e mobiliza forças de segurança na unidade localizada na BR-174.
Crimes ocorreram em janeiro de 2017, durante retaliação ligada à crise no sistema prisional do Amazonas.