Chico do Belo (PSC) e Antônio Maia (DEM), prefeitos de Anamã e Itamarati, terão as contas de convênios executados com dinheiro federal auditadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2020. O sorteio de 60 municípios com menos de 500 mil habitantes foi realizado na última quarta-feira, 19, pelos auditores da CGU e colocou na lista os dois prefeitos que buscam a reeleição neste ano.
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De acordo com o ministro da CGU, Wagner Rosário, o escopo de fiscalização será definido individualmente após a seleção dos municípios, com base na aplicação dos recursos destinados a cada cidade.
“Poderão ser fiscalizados, por exemplo, programas das áreas sociais, como Saúde e Educação, ou programas que receberam maior quantidade de recursos federais. Os trabalhos de campo dos auditores da CGU estão previstos para serem concluídos em agosto, e os relatórios com os achados da fiscalização, em dezembro”, diz a CGU.
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Nepotismo
Chico do Belo que administra Anamã pela segunda vez está enfrentando uma investigação do Ministério Público do Estado (MPE-AM), pelo crime de nepotismo. Aberto pelo promotor de Anamã, Kepler Antony Neto, o inquérito civil nº 03/2019/PJ/ANM, quer explicações de Chico do Belo, pela prática de nepotismo no âmbito da administração pública, além da acumulação ilegal de cargos públicos.
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O Amazonas1 mostrou no final do ano passado que a prefeitura de Anamã contratou a empresa Seven Serviços de Construção e Comércio de Equipamentos de Informática para serviços de aluguel de carros, show de fogos de artifício, confecção de fardamento escolar, impressão gráfica e até construção de ruas e calçadas nas comunidades rurais. Pelos serviços a empresa ‘faz-tudo’ recebeu mais deR$ 918,2 mil de Chico do Belo.
Lixão
No caso de Itamarati, o prefeito Antônio Maia, está desde o fim do ano passado se explicando ao MPE-AM, sobre a coleta e o despejo irregular de resíduos sólidos, num ‘lixão’ a céu aberto, que fica próximo ao aeródromo da cidade.





