Foto: Divulgação
BRASÍLIA, DF – Aliados e assessores do ministro da Defesa, general Luiz Eduardo Ramos, garantem que ele deve dizer à Polícia Federal que a participação do coronel Eduardo Gomes da Silva na live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi um “plano B”. O depoimento de Ramos à PF está marcado para segunda-feira (30).
A ideia original era que um especialista em segurança digital estivesse na transmissão, que aconteceu no dia 29 de julho de 2021. Na ocasião, o presidente criticou as urnas eletrônicas e o seu funcionamento, além de apontar indícios de fraudes nas eleições de 2018. No entanto, o especialista acabou não comparecendo.
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Dessa forma, Ramos, então ministro da Casa Civil, indicou o coronel Eduardo Gomes para participar da live. Durante a transmissão, Gomes foi apresentado pelo presidente como “analista de inteligência”. Após o término da live é que o presidente identificou Gomes como coronel.
Ainda no mês de agosto, Eduardo Gomes da Silva foi nomeado secretário especial de Modernização do Estado, na Secretaria-Geral da Presidência da República. Na transmissão, ele disse que as urnas têm “problemas” e precisam de melhorias. No entanto, não apresentou dados para comprovar a tese.
(*) Com informações da CNN Brasil.
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